VASCO

Arte do internauta.

Blog de grupodos30masterdeguaratiba : GRUPO DOS 30 MASTER DE GUARATIBA, Arte do internauta.

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terça 01 maio 2012 09:22 , em VASCO


Vasco: Felipe contraria Adriano e diz que não bebe: ‘Acho cerveja amarga, horrível’.

O jogador diz que até tentou gostar de bebida, mas não conseguiuO jogador diz que até tentou gostar de bebida, mas não conseguiu Foto: Marluci Martins

Marluci Martins
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Destaque da vitória sobre o Flamengo na semifinal da Taça Rio, com dois gols, Felipe faz questão de ressaltar que a preocupação com o futuro é apenas uma precaução. Ele ainda tem saúde para jogar bola, e dá a receita para a longevidade - que não bate exatamente com o que Adriano disse ao programa Fantástico, da TV Globo.

— Adriano errou ao dizer na televisão que todo mundo bebe. Eu não bebo. As pessoas que lerem isso vão rir. Dirão que sou cara de pau. Mas é a verdade. Se bebi cinco vezes na vida, foi muito. Já tentei gostar de cerveja, mas achei amarga, horrível.

Outro segredo do sucesso está em casa. É a advogada Carla, a mulher ao lado de quem Felipe comemorou oito anos de casamento no feriado de 23 de abril, um dia após o show de bola sobre o Flamengo.

— Escrevi um recado pra ela no Facebook: “Você é uma mulher de sorte por ter um marido como esse (risos)”. Melhorei muito ao lado dela. A mulher ajuda ou afunda o homem. Só tenho a agradecer — afirma.

O amor pela família desenvolveu em Felipe algo até então inédito: o medo de voar.

— Quando o avião balança, já penso logo nos meus filhos. Fico louco para chegar em casa — encerra Felipe, que terá menos tempo para os meninos a partir do mês que vem, quando começam suas aulas e o futuro.




domingo 29 abril 2012 08:19 , em VASCO


Felipe: 'Love vai ter 28 dias para poder descansar'.

Craque do jogo, Maestro rebate provocações da semana: 'Quem ganha a vida com a boca é cantor'

Bruno Braz
Publicada em 22/04/2012 às 19:13 
Rio de Janeiro (RJ)

Com grande atuação e marcando dois gols, Felipe foi o nome do jogo na vitória do Vasco por 3 a 2 sobre o Flamengo. Feliz pelo resultado, ele não deixou passar batida a provocação do atacante Vagner Love, que durante a semana vibrou com o fato dos jogadores vascaínos punidos no TJD estarem aptos a jogar no clássico, pois assim "não teriam desculpas" em caso de derrota.

- Vencer um clássico tem sempre um sabor especial, principalmente em cima do Flamengo. As partidas se ganham dentro de campo, não fora. Agora, sim, eu posso responder o Vagner Love: ele tem 28 dias para descansar e treinar para o Campeonato Brasileiro. Quem ganha a vida com a boca é cantor - declarou.

Vasco vence o Flamengo e garante vaga na final da Taça Rio

 

Após esta declaração, um jornalista apresentou-se para uma nova pergunta:

- Agora que você já deu sua primeira resposta ao Vagner Love...

Neste momento, Felipe interrompeu e ressaltou:

- Primeira, não. Esta é a segunda, a primeira foi em campo - disse o Maestro, arrancando risadas da imprensa.

Por fim, o camisa 6 resumiu de que maneira as declarações do atacante rubro-negro repercutiram no grupo vascaíno.

- Ficamos um pouco chateados, até porque partiu de um jogador experiente. Isso só nos motivou. Mostramos dentro de campo que futebol se ganha dentro das quatro linhas. Mas volto a falar: agora ele vai ter bastante treinamento, tempo para descansar com a família e domingo, às 16h, vai nos assistir na final.

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segunda 23 abril 2012 16:06 , em VASCO


Eder Luis avisa: 'Botafogo não deixa espaços'.

Atacante exalta qualidade de Felipe e Juninho e elogia comprometimento do elenco cruz-maltino

LANCEPRESS!
Publicada em 23/04/2012 às 19:39 
Rio de Janeiro (RJ)

O atacante Eder Luis já demonstra conhecer o adversário do Vasco na final da Taça Rio. O camisa 7 cruz-maltino, conhecido pela sua velocidade, ressaltou a marcação aplicada pelo Botafogo e afirmou que o time comandado por Oswaldo de Oliveira deixa poucos espaços.

- Sabemos que é uma sequência muito difícil. Vencemos o Flamengo, agora tem o Botafogo e, se passarmos, tem o Fluminense. Mas temos de pensar nesse próximo jogo. O Botafogo joga muito bem. Todo mundo corre junto, deixam poucos espaços - disse, em entrevista ao canal ESPN, avisando que, nesse momento da temporada, o Vasco também foca no Campeonato Carioca:

 

- A Libertadores é prioridade, né? Mas a expectativa também aumenta a cada momento, a cada competição. Então, agora, não tem prioridade.

Eder Luis aproveitou para exaltar a importância de dois jogadores no elenco cruz-maltino nas horas decisivas.

- Quando se tem jogadores experientes como o Felipe e o Juninho no meio de campo, setor do campo onde a bola passa muito, o equilíbrio que eles têm ajuda muito.

O atacante aproveitou para elogiar o comprometimento e união do elenco de São Januário:

- Passamos por um momento não tão bom por causa de salário. Temos um grupo muito bom, tanto que não é noticiado nada sobre noitadas dos nossos jogadores. Isso mostra o comprometimento que todos têm dentro de campo pelo Vasco. Não é todo dia que encontramos um grupo unido como este e temos que fazer valer a pena isso a cada partida.

Você comentarista:



segunda 23 abril 2012 16:04 , em VASCO


Carlos Alberto: ‘A terapia está me fazendo muito bem

Carlos Alberto está pensando em mudar o visualCarlos Alberto está pensando em mudar o visual Foto: Fernanda Dias

Marluci Martins
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Carlos Alberto ainda era adolescente quando o pai, iluminador da TV Globo, dava duro nos bastidores da novela "Torre de Babel". Já crescido e famoso, sua vida imitou o sugestivo título da trama: por mais de um ano, Carlos Alberto não falou a mesma língua do presidente Roberto Dinamite. Neste domingo é dia de voltar a vestir a camisa do Vasco. Um novo capítulo, em busca do final feliz.

Vai mudar o penteado nessa retomada da carreira?

Rodolfo quer raspar minha cabeça. Penso em ficar carequinha em breve. Esse cabelo me dá trabalho. Mas, por enquanto, só vou tirar a barba.

Como está a expectativa?

Minha última partida foi no dia 27 de novembro (pelo Bahia) e, agora, estou numa ansiedade gostosa. Senti saudade até da concentração, da resenha, do jogo de baralho. Havia um vazio em mim.

E se fizer um gol?

Primeiro, quero viver cada emoção: concentração, ônibus, estádio... Um gol seria um passo maior do que o que posso dar agora. Quero que o time ganhe e se classifique.

 

Carlos Alberto está de volta ao VascoCarlos Alberto está de volta ao Vasco Foto: Fernanda Dias

 

Que análise faz de 2011, quando marcou dois gols?

Sou sincero. Não tenho vergonha de dizer que foi um ano ruim na carreira. Agora, pedi para usar a camisa 84, ano do meu nascimento. É como se fosse o meu renascimento. Tenho que trabalhar e ter paciência, porque não é de uma hora para outra que vou dar uma ordem ao meu corpo e ele vai obedecer.

Como foi a conversa de reconciliação com Dinamite?

Fiquei receoso, nervoso. Ele foi nobre por me receber. Olhei nos olhos dele para que enxergasse seriedade em mim. Ele me abraçou de forma amistosa e verdadeira.

Por que custaram tanto a fazer as pazes?

Não sabia como chegar nele. Ficava pensando no que falar, e não saía nada. Minha família me cobrava. Meus pais perguntavam quando eu resolveria o problema e voltaria a jogar. Eles sofreram.

 

Por que você é brigão?

Sabe uma nota de cem? Por mais que você pise nela, continuará tendo seu valor. Essas críticas não me afetam. Como alguém pode falar do meu caráter sem me conhecer como pai e filho? Diz pra mim, com quem eu briguei?

Com o Leão, por exemplo.

Só briguei com santo, né (risos)? Se fui pavio curto, já melhorei. A imagem dessa discussão com o Leão foi forte, impactante. De vez em quando, posso explodir, mas me arrependo depois. Em 2009, telefonei pra ele. Falei: "Leão? Antes de o senhor desligar, eu queria dizer que estou ao lado do Dorival Júnior..." Pedi perdão. Naquele dia, eu estava bem Dalai Lama (risos), paz e amor total.

Foi o Dorival que te aconselhou a ligar?

Foi. Sinto saudade dele. Gosto de conversar com quem tem cabelo branco e me faz pensar. Segui o conselho, e sabe o que Leão me falou? "Se dependesse de mim, nem que meu dedo caísse eu ia te ligar, Carlos Alberto. Mas não carregue uma culpa maior do que merece". Eu estava mal. Tinha desrespeitado um pai de família publicamente.

 

Carlos Alberto: Carlos Alberto: "Se não buscasse ajuda, deixava me levar pelo desânimo" Foto: Fernanda Dias

 

Da discussão com Dinamite, que lição você tirou?

Não se fala nada em vestiário depois de jogo. Eu deveria ter ficado calado. Não falo mais. Mas, sabe o que houve? O time não vencia, eu era o capitão e tudo vinha em cima de mim. Agora, é diferente. Esse grupo tem o Juninho, um cara como eu, que interage... Aquele grupo era legal, mas com o atual é mais fácil dividir tarefas.

Já fez análise?

Se não buscasse ajuda, deixava me levar pelo desânimo. Nessa minha volta ao Vasco, procurei a Maria Helena (psicóloga do Vasco) para fazer uma terapia com ela. É uma coisa que todo atleta deveria fazer. A terapia me ajuda a extravasar e a controlar a ansiedade. Fiz pela primeira vez no Fluminense, aos 20 anos. Está me fazendo muito bem.

Como foi seu astral durante o afastamento?

Sabe aquele pufe, que fica na sala? Virei um pufe. Era um inútil, que não fazia nada. As pessoas me veem assim, tatuadão, cheio de tranças, e pensam que sou marrento. Mas sou tranquilo e, se há alguma confusão, você nem escuta o meu nome. Se escutar, pode ter certeza de que minha mulher pega meus filhos e some. Mas, no dia em que aparecer um homem grávido, vão dizer que fui eu (risos). Botam tudo na minha conta!

 

 

 

 

 

 

E a fama de "chinelinho"?

É um dos maiores absurdos do futebol. Dedé, machucado, é quem passa mais tempo no clube. Ele trabalha em dois períodos. Não pode correr? Então, malha braço. Sei como é o sofrimento por lesão. Não brincaria com isso e não desejo a atleta nenhum.

Pensa em sair do Brasil?

Tenho filho pequeno (Lucca, 1 ano). E até junho nasce o segundo (Davi). Quando era cigano, ia pra qualquer canto. Aproveitei cedo. Com família, é diferente. Quero me manter o maior tempo possível no Vasco, não pelas minhas palavras e, sim, por merecimento.

Você sustenta seus pais?

Eu morava em Caxias, meu pai era técnico de iluminação da Globo e lá em casa sempre tinha cinzeiro, toalha da novela (risos)... Minha mãe, dona de casa, vendia calcinha e sacolé. São minhas paixões. Eles são meus pardaizinhos e tenho que lhes dar água. Se faltar uma gotinha, reclamam pra caramba (risos).




sábado 14 abril 2012 12:50 , em VASCO


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